Simulador What If?

Simulação de um ataque hipotético contra a configuração atual do Anti-DDoS.

O What If? responde a uma pergunta difícil de testar em produção: se um ataque assim chegasse agora, o que o meu Anti-DDoS faria?

Ele executa a mesma cadeia de decisão usada na detecção real — thresholds candidatas, decodificadores excedidos, resposta acionada e ações na ordem em que sairiam — mas em modo somente leitura. Nenhuma anomalia é criada, nenhum ataque é gravado e nenhuma rota é anunciada. É a forma segura de validar um ajuste de threshold antes de confiar nele.

Como acessar

O simulador é um atalho fixo no rodapé do menu lateral do Anti-DDoS, disponível em qualquer tela do módulo:

Atalho do What If? no rodapé do menu lateral

Montando o cenário

Formulário do simulador What If?

Você descreve o ataque hipotético informando:

  • alvo — o IP ou prefixo atacado (é ele que determina quais thresholds são candidatas, pela associação de prefixos);
  • tipo de ataque e direção do tráfego;
  • as métricas do ataque — volume em Mbps/Gbps e taxa em pps/Mpps;
  • se decodificadores desabilitados também devem ser considerados.

Perfis prontos

Lista de perfis de ataque pré-configurados

O seletor de perfis já traz cenários típicos com valores realistas, entre eles:

  • DNS Amplification 30 Gbps
  • NTP Amplification 15 Gbps
  • SSDP Amplification 10 Gbps
  • TCP SYN Flood 5 Mpps
  • Generic UDP Flood 20 Gbps
  • ICMP Flood 2 Mpps
  • IP Fragmentation 8 Gbps
  • Generic TCP Flood 3 Mpps

Escolher um perfil preenche as métricas automaticamente; a partir daí, ajuste o que quiser.

Lendo o resultado

Resultado da simulação com thresholds, decodificadores e ações

O resultado mostra, na ordem em que aconteceriam:

  1. as thresholds que se aplicam ao alvo informado;
  2. os decodificadores excedidos e por quanto;
  3. a resposta que seria acionada — a do decodificador, quando houver, ou a resposta padrão da threshold;
  4. as ações dessa resposta, na ordem de execução, incluindo o FlowSpec que seria anunciado.

Se o resultado vier vazio, o cenário não dispararia nada: ou o alvo não pertence a nenhum prefixo cadastrado, ou os valores estão abaixo dos limites configurados.

A simulação sempre lê a configuração mais recente. Se você acabou de editar uma threshold, o resultado já reflete a alteração — mesmo que ela ainda não tenha sido distribuída aos daemons em Status do sistema. Para saber o que está valendo na detecção real, confira as alterações pendentes lá.

Um bom fluxo de ajuste é: calcular limites com o Smart Baseline, simular aqui os vetores que você quer cobrir e só então aplicar as alterações.

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