Communities BGP

Cadastro de communities e análise de tráfego por categoria.

As communities BGP que os seus upstreams e IXs anunciam carregam a informação de como aquela rota chegou até você — trânsito pago, peering em IX, PNI, CDN. Ao cadastrá-las no Made4Flow, o tráfego passa a ser classificado por essas categorias, e é possível responder com números quanto do volume vem de cada tipo de conexão.

Essa análise depende do BMP estar recebendo a tabela BGP — veja Configuração do BMP.

Cadastro das communities

O cadastro fica em Cadastros essenciais -> Communities BGP:

Menu Cadastros essenciais com o item Communities BGP Listagem de communities cadastradas

A tabela mostra a Community, o Nome amigável, a Categoria e o Provedor.

Formulário de cadastro de community

Ao clicar em Adicionar community, informe:

CampoO que informar
CommunityO valor anunciado, no formato ASN:valor.
Nome amigávelComo ela aparecerá nos gráficos (por exemplo, Trânsito Provedor X).
CategoriaTrânsito IP, IXP / Peering, PNI, CDN ou Outros.
ProvedorOpcional — o nome do provedor associado.
ASNO sistema autônomo dono da community.
Modal de importação em massa de communities

Quando o upstream publica uma lista grande de communities, use Importar em massa para cadastrar tudo de uma vez, em vez de linha a linha.

Análise de tráfego por community

A análise fica em Visão geral -> Análises -> Communities BGP.

Filtros da análise por community

Os filtros são o roteador, a data e hora iniciais, a janela de análise e um filtro nfdump opcional. O botão Gerenciar communities leva ao cadastro descrito acima.

Gráfico de tráfego por categoria de community

O resultado começa pelo tráfego por categoria, separado em Entrada e Saída. É a leitura executiva: quanto do seu tráfego é trânsito pago, quanto vem de IX, quanto de PNI e quanto de CDN.

Tabela de detalhamento por community

O Detalhamento por community abre esse total: para cada community, o nome, a categoria, o provedor, o volume, o percentual do total e os pacotes.

Para que serve na prática

  • Custo — medir quanto tráfego passa por trânsito pago e justificar investimento em peering.
  • Negociação — chegar em uma conversa de peering com o volume real por provedor.
  • Validação de política — conferir se o tráfego está saindo pelo caminho que a política de roteamento pretendia.

Combine com Análise por AS-PATH quando precisar saber não só a categoria, mas o caminho completo até o destino.

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