Histórico de anomalias

Consulta e exportação do histórico de anomalias do Anti-DDoS.

O Histórico de anomalias guarda todas as anomalias já detectadas — as encerradas e as que ainda estão ativas. É a tela usada para investigar um evento passado, montar relatório para o cliente ou avaliar se uma threshold está gerando detecções demais.

Ela fica em Dashboard -> Histórico de Anomalias:

Menu Dashboard do Anti-DDoS com o item Histórico de Anomalias

A listagem

Tabela do histórico de anomalias

As colunas são as mesmas da tela de anomalias ativas: ID, IPv4/IPv6, Início e Término da Anomalia, Tipo de Ataque(s), Ataques, Bits e Opções.

O campo Pesquisar filtra por qualquer coluna — o mais comum é buscar pelo IP ou pela subnet atacada. O seletor Resultados por página aceita 10, 25, 50 ou 100 linhas.

Em Opções, o botão Detalhes abre a análise completa da anomalia.

Construtor de filtros

Disponível a partir da versão 2.12.4.

Construtor de filtros do histórico de anomalias

Acima da tabela fica o card Filtros, o mesmo construtor dinâmico dos dados brutos. Cada linha combina uma dimensão, um operador (= ou !=) e um valor; entre as linhas você escolhe o conector E ou OU. A expressão montada aparece embaixo, em texto, antes de você clicar em Consultar.

As dimensões disponíveis são:

DimensãoO que filtra
InterfaceA interface monitorada por onde o ataque passou. Inclui a opção Interface não identificada, para as anomalias cuja interface não pôde ser determinada.
PrefixoEndereço ou prefixo, IPv4 e IPv6. Uma anomalia é encontrada quando o alvo dela e o prefixo pesquisado se sobrepõem.
Porta conhecida (serviço)O serviço detectado — 53 DNS, 123 NTP, 443 HTTPS/QUIC e assim por diante.
ProtocoloO protocolo predominante do ataque.

Os botões Limpar filtros, Adicionar filtro e Consultar ficam no rodapé do card.

A interface de cada ataque é descoberta depois do fato, cruzando a janela de tempo do ataque com o fluxo do roteador. Anomalias muito recentes, ou anteriores à versão 2.12.4, podem cair em Interface não identificada até a descoberta rodar. As demais dimensões não dependem disso.

O Anti-DDoS classifica cada ataque pelo serviço detectado, não pela porta observada no fluxo. Por isso o filtro de porta oferece uma lista fechada: portas fora dela (8443, por exemplo) não podem ser pesquisadas aqui — para esse tipo de busca, use os dados brutos.

Marcando falsos positivos

Botões de falso positivo na listagem de anomalias

Em Opções, o botão Falso positivo marca a anomalia como um alarme indevido; Desmarcar desfaz. As anomalias marcadas ganham o selo Falso positivo ao lado do alvo.

No cabeçalho do card, Todas como falso positivo marca de uma vez as anomalias da página visível que ainda não foram julgadas — o limite à página é proposital, para que um clique não classifique centenas de registros que ninguém olhou. Anomalias já marcadas por outra pessoa mantêm o autor e a data originais.

A marcação apenas corrige o registro: ela não expira a anomalia nem altera decoder algum. Retunar a threshold continua sendo trabalho do Smart Baseline. O que ela alimenta é o relatório de efetividade das Thresholds, que sem essa marcação não teria como medir redução de falsos positivos.

Exportação

Botões de exportação da tabela

Acima da tabela ficam os botões Copy, CSV, PDF e Print, que exportam exatamente o que está filtrado na tela. Para um relatório detalhado de um único evento — com gráficos, geografia e forense — use o botão Baixar relatório PDF dentro dos detalhes da anomalia.

As anomalias antigas são removidas conforme a política de retenção definida em Configurações do Anti-DDoS. Se precisar guardar um evento por mais tempo do que a retenção configurada, exporte-o antes.

Nesta página